terça-feira, 13 de abril de 2010

- Vida Social + Falido



Estas são as minhas ultimas aquisições, quando soube que elas já haviam chegado ao Brasil, tive uma mistura de felicidade e ódio.
Felicidade, pois eu esperava muito a entrega desta compra, até para presenterar a minha namorada com o Gryphon Hatchling e claro eu me presentear com a Camisa do WoW. A minha revolta foi devido a Tributação que sofri.
Eu ñ sabia que a forma de entrega da Blizzard era pelo FedEx (para uem ñ sabe, FedEx é sempre tributado). Na minha compra eu paguei 39,98 dolares na compra, que deu o valor de 70,38 reais.
A tributação foi 42,23 Reais (60% do valor Ok), ICMS 24,72 Reais (em torno de 18% sobre os dois valores anteriores) e por fim o Desembaraço Aduaneiro no valor de 26,41 reais...
Paguei no total 94,44 só em tributação.
Até agora eu ñ entendo como podemos de pagar taxas tão altas por produtos que temos de importar, pois ñ tem oficialmente no Brasil?
Se fosse apenas os 60% eu ñ me importava até achava justo, já que temos de pagar impostos. O problema é que no fim devido as taxas extras paguei mais caro que a minha compra em si só na tributação.
Mas no fim das conas tá tudo aqui e ainda com um plus.
Eu tinha comprado um Piplup para a minha namorada no ebay. Eu tinha certeza do calote, pois eu ñ tinha o recebido até este ultimo sábado.
Pois bem quase todas as minhas encomendas já chegaram e eu estou falido. (Até chegar o final de Mês e renovarei o saldo do Cartão)


Sobre a vida social. Pois bem como pode ver eu comprei algumas coisas referentes a WoW, o motivo disso é que comecei a jogar recentemente o jogo. Primeiro quando comecei foi pelo trial do jogo de 10 dias e quando fui notar eu já estava dando Upgrade na minha conta e a passando para full e assinando o jogo trimestralmente.
Sim agora eu entendo porque WoW tem a fama que tem.
Ele realmente é o MMORPG mais completo que joguei é realmente viciante, quando você menos espera já está chegando a 5 horas diretas de jogo só fazendo quest e andando por Azeroth para explorar cada canto dele.
Já estou pensando seriamente em comprar as expansões e estou na expectativa por Cataclysm onde Azeroth inteira sofrerá com uma mudança absurda em sua geografia.
Agora entendo várias satiras que tem do povo que ñ sai de casa por causa de WoW. Ele realmente tem esse poder.
Realmente tomem cuidado com este jogo. Ele tem alto fator entorpecente


domingo, 4 de abril de 2010

Resenha Grau26



O Primeiro Digi livro de autoria de Anthony E. Zuiker (C.S.I.) com Duane Swierczynski. Basicamente é dito como Digi Livro, pois seria a união da Literatura junto com Cinema/Tv.

Em alguns capítulos de “Grau 26” é nos apresentado um link com um código no qual devemos entrar no site level26.com, após mudar a língua para o português e fazer o seu cadastro, você passa digitar esse códigos num campo chamado “Ciberponte” assim você assiste a cena no qual foi tema do capítulo (Apesar que nem sempre isso é obedecido).
“Grau 26” é um livro policial, como já dava por imaginar já que Anthony é o autor, e a história é sobre um assassino que tem o mais alto grau de perversidade o 26 (Na verdade o grau de perversidade é do 1-22, mas segundo o livro tem mais 4 graus que são escondidos da população) dai a origem do nome.

A chamada do Livro é ótima:

“Descubra um novo grau de Medo.

Os representantes da lei sabem que assassinos são categorizados em uma escala de 25 graus de perversidade, desde os simples oportunistas do grau 1 aos torturadores metódicos do grau 25.
O que quase ninguém sabe – com exceção de investigadores de elite comandado pelo talentoso detetive Steve Dark – é que uma nova categoria de assassinos está para ser criada.

Apenas um homem pertence a essa categoria:

Seu alvo: QUALQUER UM
Seus Métodos: ILIMITADOS
Seu Nome: SQWEEGEL
Sua Classificação: Gra26”


Com essa premissa o livro tem tudo para ser um dos melhores livros policiais dos últimos anos, como poderia da errado com todo isso ao seu favor?
Mas infelizmente o pior acontece, com uma história cheia de cliches, personagens sem carisma ou profundidade fazem a trama ir toda por água abaixo.

Falarei de alguns personagens agora:
Riggins (Michael Ironside): chefe da Divisão de Casos Especiais e o único amigo de Dark, Riggins, passa grande parte do tempo com a corda no pescoço, mas mesmo assim não deixa a desejar em nenhum momento, pois ele faz de tudo para ajudar Dark capturar Sqweegel não importando as consequências de seus atos perante ao seu superior (O único personagem que realmente possui carisma).


Steve Dark (Daniel Buran): o protagonista do livro não tem nenhum ato realmente “Oh meu Deus, como ele é foda”, na verdade ele recebe muita ajuda (não vou soltar spoiler) para o caso, acredito que os únicos momentos interessantes dele no livro todo são o prólogo (onde o livro dá aquela empolgada) e no final (quando você já está um tanto quanto exausto da leitura) mas infelizmente nenhuma das partes fazem parte da “ciberponte”, apesar que pela atuação de Daniel não acredito que faria diferença.

Sqweegel (Daniel Browning Smith): o grande assassino do livro, um contorcionista que está a muitos anos causando o terror para as autoridades, sempre fazendo suas vítimas sem deixar rastro. O problema é que o fato dele ser contorcionista é quase que irrelevante o livro todo, chegando tornar todas as “ciberpontes” em que está envolvido cansativas e sem nexo, feitas exclusivamente para mostrar as suas “habilidades”. Acredito que pelas as ações de Sqweegel, Anthony quis criar um personagem que nos desse uma repulsa, mas em mim acabou causando um sentimento de pena, pois a grande conotação sexual usada no livro mostra desde do começo que é uma pessoa frustrada (até porque o exagero sexual que há no livro irrita).


Outros personagens da história são Josh Banner, Jack Mitchell, Norman Wycoff, Constance Brielle, Sibby Dark, Tom White e outros.
A caçada contra Sqweegel também é mal conduzida, pois não podemos dizer que tem aquele momento do “não esperava por isso” e sim, mais do mesmo e de certo modo forçada, algo como Sqweegel ser rápido e silencioso o suficiente para se esconder em um apagão de 15 segundos na frente de vários agentes. Outro detalhe é quem assistiu Se7en se sentira muito incomodado com o livro, pois é como se a história do filme tivesse virado esse livro só que muito piorado, seja pela narrativa ou pelo assassino.
Outro ponto muito mal utilizado são as ciberpontes, onde as cenas selecionadas são muito fracas chegando até tendo uma montada em flash para mostrar um SMS.

A atuação dos atores também deixa muito a desejar, os atores não estavam inspirados para desempenhar seus papéis (acredito que também é o fato de serem cenas isoladas, o que deve ser chato de mais). As expressões de Dark são quase a mesma em todos os vídeos mostrados. Felicidade, preocupação, atenção e tudo mais, parecia ser a mesma coisa. Como eu havia dito antes, no caso do Sqweegel era só para mostrar sua capacidade de contorcionismo.

No meu ponto de vista Grau 26 tinha tudo para ser o melhor livro policial dos últimos anos, a chamada do Livro, os comentários e os vídeos me fizeram compra-lo e o que acabou causando a minha decepção. Parece que Anthony esqueceu as lições que aprendeu com CSI, fazendo uma história insossa e sem grandes poderes de prender o Leitor. Parece que fazer episódios soltos é mais fácil do que fazer uma história continua interessante.

Anthony E. Zuiker tem muito a aprender com Sir Arthur Conan Doyle de como deve se escrever um livro policial.

Dou nota 6 (A nota seria 4, mas dei 2 pontos extras pela iniciativa)

Primeiro Post

Finalmente, depois de muito tempo enrolando para criar um blog, criei coragem, e finalmente o fiz.
Este blog que eu criei está sendo feito para falar de tudo um pouco, falarei sobre filmes, jogos, animes, Livros, através de resenhas e pérolas (Afinal comédia nunca faz mal).
Geralmente eu não pego leve com as resenhas, mesmo que eu goste de alguma coisa eu costumo apontar os erros criando textos mais imparciais possíveis, é claro exceto nos casos que eu realmente ache ruim.

E Futuramente, pretendo também colocar as minhas próprias histórias que geralmente são criadas com os meus amigos.